Ostras
O cultivo de ostras no litoral sul de Santa Catarina
Produtores recuperam áreas de cultivo após temporais e apostam em ostras nativas para abastecer restaurantes de Florianópolis.
A Costa Cultivada nasceu da curiosidade por entender quem cultiva o mar no Brasil — não como estatística, mas como gente que acorda cedo, enfrenta maré e aposta no futuro das comunidades costeiras.
Publicamos reportagens, entrevistas e análises sobre ostras, mexilhões, vieiras e outras espécies cultivadas ao longo de mais de 8 mil quilômetros de litoral. Nosso foco é o cotidiano: licenças, clima, mercado, tradição e inovação.
Cada história parte de um lugar real — uma enseada em Santa Catarina, um estuário no Nordeste, uma cooperativa no Sul — e tenta explicar por que a maricultura importa para quem mora longe do mar também.
Nesta semana, reunimos sete leituras sobre cultivo em suspensão, comercialização local e os arranjos comunitários que sustentam a atividade quando o mercado oscila. O arquivo completo está em Reportagens.
Entre os temas em pauta estão a retomada de canteiros após temporais no Sul, a reorganização de cooperativas de mexilhão no Nordeste e os acordos de manejo que envolvem pescadores artesanais e maricultores na mesma enseada. São histórias que raramente aparecem em releases corporativos, mas definem o ritmo da produção ao longo do ano — e merecem ser contadas com calma.
O Brasil produz milhões de toneladas de frutos do mar cultivados, mas pouca gente conhece a rotina de quem trabalha nos estuários. Aqui, priorizamos relatos de campo, dados acessíveis e contexto regional — sem jargão desnecessário.
Nossa equipe editorial visita canteiros de ostra, entrevista técnicos de extensionismo rural e acompanha feiras gastronômicas onde o produto cultivado ganha destaque.
Na Baía da Babitonga, maricultores testam novas linhas de sustentação após o último inverno rigoroso. A reportagem acompanha um dia inteiro de colheita.
Pernambuco e Alagoas concentram boa parte da produção nacional. Falamos com quem embala, transporta e vende — e com quem come no fim de semana.
Projetos de manejo participativo mostram que é possível conciliar renda e conservação quando a comunidade decide as regras do jogo.
Chefs de bairro relatam dificuldade para manter fornecedores catarinenses após a alta da demanda no inverno.
Experimento com espécies nativas atrai jovens que deixaram a pesca artesanal e migraram para o cultivo em suspensão.
Resumo prático das novas orientações federais e como produtores de pequeno porte estão se organizando para se adequar.
Somos um projeto editorial independente dedicado a contar histórias do cultivo marinho brasileiro — com rigor, proximidade e respeito às comunidades.